quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


Trabalho em altura

A área de trabalho em altura no Brasil desde 1996 até os dias atuais sofreu grandes mudanças na área de segurança e execução de trabalhos em altura, seja em torres, que podem atingir 100 metros ou mais, como também estruturas metálicas de médio porte, galpões, terraços de edifícios, ou salas subterrâneas. No inicio, o fator segurança ficava sempre em segundo plano, tanto por falta de orientação profissional na aquisição de equipamentos por parte das empresas, quanto por cursos específicos para melhor treinar os funcionários. Até então, os funcionários, de alguma forma, eram obrigados a realizar trabalhos de caráter empreendedor e dinâmico, onde o risco de queda era fator predominante e sem o mínimo de segurança necessária para execução da atividade. Por falta de acesso a estas informações, as estatísticas de acidentes envolvendo trabalho em altura atingem grandes proporções, cerca de 80% de quedas acima de 3,5 metros de altura resultam em acidentes de caráter grave ou gravíssimo. O fator psicológico também reflete no dia a dia do funcionário que mesmo convivendo com este tipo de atividade de risco e movido pela necessidade financeira se adapta ao perigo e convive diariamente com o fator risco.


Transição

 Com a chegada das grandes empresas de telecomunicação no Brasil em meados de 1998, as empresas americanas e européias começaram a exigir das empresas brasileiras segurança e velocidade na execução dos trabalhos.No ano anterior (1997) a Grade VI atendendo a demanda que naquele ano se refletia nas empresas brasileiras desenvolveu o primeiro Curso de Trabalho em Altura onde técnicas e equipamentos esportivos usados em escalada em rocha adaptados a torres e estruturas metálicas atenderam 100% as necessidades de campo. Além de mais seguros, os técnicos e funcionários empenhados nas obras absorveram a mudança de maneira positiva, desenvolvendo assim uma velocidade maior na execução de suas tarefas. Sendo assim, os trabalhos que anteriormente eram encarados e executados de maneira braçal, ganharam dimensões técnicas e profissionalizantes e evoluíram a cada dia. 
Empresas nacionais exerceram papel importante no desenvolvimento de equipamentos de segurança mais confiáveis e normatização (CA) dos mesmos, viabilizando assim a aquisição por parte de empresas que hoje em dia investem em segurança.

Dias atuais

Gostaríamos de lembrar a importância e a necessidade de se observar as normas, no caso da NR06 que trata dos EPI´s(Equipamentos de Proteção Individual) nos obriga a dar equipamentos e treinamentos adequados aos nossos técnicos para a execusão de um serviço, mais rápido e com maior segurança o que beneficia a empresa pela qualidade do serviço e o trabalhador a valorização pelo investimento no pessoal.
Nos dias atuais contamos com uma gama imensa, tanto de técnicas como equipamentos específicos, como também acesso a informações técnicas de padrões internacionais superando assim, um grande marco na historia da segurança do trabalho em altura.
Com capacidade técnica e competência na área de implantação de sistemas de transmissão, aliada ao conteúdo técnico de segurança, oferecemos ás nossas empresas uma perspectiva inovadora na prestação de serviço na área de telecomunicações.



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