Trabalho em altura
A área de trabalho em altura no Brasil desde 1996 até os dias atuais
sofreu grandes mudanças na área de segurança e execução de trabalhos em altura,
seja em torres, que podem atingir 100 metros ou mais, como também estruturas metálicas
de médio porte, galpões, terraços de edifícios, ou salas subterrâneas. No
inicio, o fator segurança ficava sempre em segundo plano, tanto por falta de
orientação profissional na aquisição de equipamentos por parte das empresas,
quanto por cursos específicos para melhor treinar os funcionários. Até então,
os funcionários, de alguma forma, eram obrigados a realizar trabalhos de
caráter empreendedor e dinâmico, onde o risco de queda era fator predominante e
sem o mínimo de segurança necessária para execução da atividade. Por falta de
acesso a estas informações, as estatísticas de acidentes envolvendo trabalho em
altura atingem grandes proporções, cerca de 80% de quedas acima de 3,5 metros
de altura resultam em acidentes de caráter grave ou gravíssimo. O fator
psicológico também reflete no dia a dia do funcionário que mesmo convivendo com
este tipo de atividade de risco e movido pela necessidade financeira se adapta
ao perigo e convive diariamente com o fator risco.
Com a chegada das grandes empresas de telecomunicação no Brasil em
meados de 1998, as empresas americanas e européias começaram a exigir das
empresas brasileiras segurança e velocidade na execução dos trabalhos.No ano
anterior (1997) a Grade VI atendendo a demanda que naquele ano se refletia nas
empresas brasileiras desenvolveu o primeiro Curso de Trabalho em Altura onde
técnicas e equipamentos esportivos usados em escalada em rocha adaptados a
torres e estruturas metálicas atenderam 100% as necessidades de campo. Além de
mais seguros, os técnicos e funcionários empenhados nas obras absorveram a
mudança de maneira positiva, desenvolvendo assim uma velocidade maior na
execução de suas tarefas. Sendo assim, os trabalhos que anteriormente eram
encarados e executados de maneira braçal, ganharam dimensões técnicas e
profissionalizantes e evoluíram a cada dia.
Empresas nacionais exerceram papel importante no desenvolvimento de
equipamentos de segurança mais confiáveis e normatização (CA) dos mesmos,
viabilizando assim a aquisição por parte de empresas que hoje em dia investem
em segurança.
Dias atuais
Gostaríamos de lembrar a importância e a necessidade de se observar as
normas, no caso da NR06 que trata dos EPI´s(Equipamentos de Proteção
Individual) nos obriga a dar equipamentos e treinamentos adequados aos nossos
técnicos para a execusão de um serviço, mais rápido e com maior segurança o que
beneficia a empresa pela qualidade do serviço e o trabalhador a valorização
pelo investimento no pessoal.
Nos dias atuais contamos com uma gama imensa, tanto de técnicas como
equipamentos específicos, como também acesso a informações técnicas de padrões
internacionais superando assim, um grande marco na historia da segurança do
trabalho em altura.
Com capacidade técnica e competência na área de implantação de sistemas
de transmissão, aliada ao conteúdo técnico de segurança, oferecemos ás nossas
empresas uma perspectiva inovadora na prestação de serviço na área de
telecomunicações.
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